Sobrevivendo ao semestre?! Morri uns 15 min … começo a me levantar quando descubro/percebo que tudo vai acabar bem… que entre mortos e feridos, provas e trabalhos, salvam-se todos.
E quando vemos: migalhas-restos-perdas de nós mesmos.
Imaginam-se coleções, o glamour de um desfile, um make lindo, mas isso é o mais efêmero… O que sobra? nós mesmos… uma marca, uma marca persona. Um personagem criado para atender demandas/necessidades de seres que pouco ou nem conhecemos cara a cara.
Se vão as migalhas, o que fica? Fica um ser mais maduro, mais complexo, uma nova reestruturação das mesmas coisas. Afinal, a matéria é a mesma.
Mais ou menos como areia e a pedra de rio, que quanto mais perto da queda d’agua, mais lindas formas possui, mais vida dá, mais areia gera, mais árvores protege, mais influencia no ciclo natural das coisas… mais vida dá, mais vida tem…
Portanto, penso, o que damos? Quanto contribuímos para a geração de vida? O quanto nos doamos, abrimos, energizamos para que mais luzvida seja criada?
Sentimentos guardados, são sentimentos perdidos. Afinal, do que serve um sentir/saber sem um ser/fazer… exteriorizações de sentimentos, erosões em pedras, luz e vida no que há de bom na vida: essas sim, são atitudes elevadas, de um ser maduro, portanto, que já sofreu da erosão-vida.
Dar e declarar para que receba algo em troca. Clichê no pensamento, raro em atitude.